Mayara

O currículo do futuro


Brasileiros lideram expectativa de que as redes sociais substituam o atual modelo de CV


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Os executivos de recursos humanos brasileiros aparecem na primeira colocação entre os que mais acreditam que as redes sociais - como LinkedIn e Facebook - vão substituir os currículos tradicionais no futuro.
De acordo com a pesquisa global, conduzida pela consultoria Robert Half, 34% dos entrevistados do Brasil apontam ser muito provável essa substituição, enquanto outros 42% consideram um pouco provável. A Holanda aparece na sequência: três em cada dez executivos apostam na mudança do CV tradicional para as redes sociais, e outros 50% acham pouco provável.
TOP 5 - Muito provável que os CVs tradicionais sejam substituídos por perfis nas redes sociais*
1- Brasil 34%
2- Holanda 30%
3- Chile 29%
4- Itália 16%
5- Suíça e Luxemburgo 14%
* % de executivos que consideram muito provável a substituição no futuro dos CVs tradicionais por perfis nas redes sociais (Fonte: Robert Half)
Quando questionados sobre a eficiência das redes sociais como ferramentas de recrutamento, 54% dos brasileiros acreditam no potencial delas. Nesse quesito, a liderança fica por conta dos executivos da China (64%) e de Cingapura (56%). Os da Alemanha (67%) são os que menos consideram as redes sociais eficientes no recrutamento, seguidos pelos da Bélgica (63%).
No Brasil, o principal uso das redes sociais no processo de recrutamento se dá na verificação de referências de potenciais candidatos, conforme relatado por 25% dos RHs brasileiros. O uso das redes também foi considerado válido para os pesquisados na comunicação com candidatos (24%) e na seleção de profissionais (21%).
Na média global, as redes sociais são consideradas muito úteis na seleção e na comunicação com candidatos, segundo 26% dos executivos.
A pesquisa sondou 1 876 diretores de RH em 16 países.


Mayara
"Na média, o empregado brasileiro não vale o que custa"



Os números comprovam essa dura realidade.

Os dados abaixo são médios de 2011 e foram extraídos das seguintes fontes:
1. Estudo realizado em 72 países pela OIT - Organização Internacional do Trabalho e divulgado pela imprensa no dia 30/03/2012;

2. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) feita pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e divulgada no dia 21/09/2012; e

3. Pesquisa feita pelo Instituto The Conference Board dos Estados Unidos e publicada em 17/03/2012.
Os dados foram compilados, organizados, analisados e interpretados por mim, Prof. Faccin.

Segundo esses estudos, são necessários 5,36 trabalhadores brasileiros para produzir o mesmo que um trabalhador americano. Isso significa que o empregado brasileiro leva uma semana para produzir o mesmo que um empregado americano produz em um dia. Assim, mesmo ganhando bem mais que o brasileiro, o americano custa bem menos para a empresa americana, o que permite a ela ter muito mais lucro.

O trabalhador americano ganha, em média, R$ 6.526,00 por mês e a empresa americana tem um custo adicional de mais 9,75%* de encargos e benefícios sociais perfazendo um total de R$ 7.162,29. E, a empresa americana fatura, em média, R$ 17.661,50 por trabalhador o que significa que o custo da mão de obra representa 41% do faturamento (7.162,29 / 17.661,50).

No Brasil, cada trabalhador ganha, em média, R$ 1.345,00 por mês e a empresa brasileira tem um custo adicional de mais 102,50% de encargos e benefícios sociais perfazendo um total de R$ 2.723,73. E, a empresa brasileira fatura, em média, R$ 3.294,00 por trabalhador o que significa que o custo da mão de obra representa 83% do faturamento (2.723,73 / 3.294,00).

Resumo Tabular

Empregado Remuneração Média do empregado Encargos e Benefícios Custo Total da Mão de Obra Faturamento por Empregado Custo % da Mão de Obra Margem % da Empresa Americano R$ 6.526,00 9,75% R$ 7.162,29 R$ 17.661,50 41% 59% Brasileiro R$ 1.345,00 102,50% R$ 2.723,63 R$ 3.294,00 83% 17%. Em outras palavras, em média, de cada R$ 100,00 faturados pela empresa brasileira, R$ 83,00 são destinados para cobrir os custos da mão de obra, enquanto que nos Estados Unidos apenas 41% são gastos com essa finalidade.

Ao não terem o hábito de fazer esse tipo de cálculo, de um lado e administrar a empresa apenas com base no "Fluxo de Caixa", de outro, as empresas têm a impressão de que são mais lucrativas do que elas realmente o
são. A questão é que como os encargos diferidos ou direitos futuros dos trabalhadores, ficam no caixa para desembolso posterior, o caixa apresenta um falso saldo positivo. Faça o cálculo para a sua empresa e veja que, se todos os empregados forem corretamente registrados, dificilmente o resultado será muito diferente disso.

Para tanto, tome o valor nominal total da folha de pagamento (inclui todos os empregados, inclusive administrativos) e multiplique por 2,025 para incluir os encargos e benefício sociais (102,5%) e divida pela quantidade de empregados para conhecer a remuneração média. Depois, divida o faturamento médio mensal da empresa pela quantidade de empregados para conhecer o faturamento médio por empregado (esse será o índice de produtividade da sua empresa).

Em seguida, divida o salário médio pelo faturamento médio e multiplique por 100 para ver quanto o custo da mão de obra representa percentualmente do faturamento.
Lamentavelmente, a produtividade do empregado brasileiro é tão medíocre que perde feio até mesmo para os nossos vizinhos da América Latina.

Imagine que até os nossos "hermanos argentinos" produzem em um dia o mesmo que o brasileiro leva dois dias para produzir. Perdemos feio também para o trabalhador mexicano, chileno e até para os trabalhadores da República Dominicana, Santa Lúcia, Venezuela, Costa Rica, Uruguai, Peru, Colômbia e Guatemala. Para vergonha nacional, o trabalhador brasileiro só produz mais que os trabalhadores da Bolívia e do Equador.

Ao tomar contato com essa dura realidade, se você é empregado e quer ganhar mais, já sabe que isso só será possível se produzir mais. E, meu conselho é que você procure fazer isso: tente produzir mais. Você pode e deve. Como diz o dito popular, "brasileiro não desiste nunca". Então vamos lá. Vamos virar esse jogo.

Veja o exemplo do empregado americano que ganha em média 4,85 vezes mais que o brasileiro e ainda assim propicia muito mais lucro para a empresa na qual
trabalha, tornando-a muito mais saudável e útil socialmente. Se você é empresário, saiba que esse problema da baixa produtividade só pode ser resolvido com pesados investimentos em qualificação da mão de obra; com o estabelecimento de metas factíveis, mas rígidas e crescentes; com rigoroso sistema de controle e avaliação; com tolerância zero para com o desperdício;
e com a substituição sumária dos empregados que insistem em ser improdutivos. Afinal, com números não se brinca.
Mayara
De repente, num instante fugaz, os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás. De repente, num instante fugaz, as taças de champagne se cruzam e o vinho francês borbulhante anuncia que o ano velho se foi e ano novo chegou. De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num so pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: PAZ E AMOR. De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e Descendentes de um só Pai, os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar. De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade. De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver. De repente, os homens lembram-se da maior dádiva que têm: a vida. De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida. De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece. FELIZ ANO NOVO!